Pinga Azeite

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Noite bem dormida em Huaraz para sairmos frescos para abordar a entrada no parque de Huascarán. Todas as energias são necessárias para subir as montanhas da cordilheira branca e essas energias também vamos recebendo da natureza maravilhosa que nos rodeia.
Entrámos no parque por volta das 11h, tomámos um mate de coca, e aí fomos nós por asfalto e trilhos fora de estrada à descoberta de cada pedaço de natureza, dos vales verdejantes aos cumes de neve glaciar.

Atingimos os 4.736 m, túnel Punta Olímpica, para então começarmos a descer para Chacas, sempre com uma atmosfera de neblina e vento variando muito a cada minuto.
As estradas que vamos percorrendo têm uma característica comum, seja asfalto, pedra solta, ou terra, são ganchos sucessivos para vencer os grandes desníveis do percurso.
Almoço em Chacas e decidimos ir para Yanama (3.375m), cidade onde fomos dormir, até lá fizemos um fora de estrada violento do 57km, passámos por vários núcleos rurais onde a economia comunitária é vital para a subsistência daquelas populações, mas apesar das dificuldades, de máquinas e condutores, quando terminamos sentimos sempre que valeu o esforço.
Já tem uns dias que os percursos pedregosos fizeram estragos na suspensão de uma das motos, que até recebeu o cognome de “Pinga Azeite”… (Aceite = Óleo)

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One thought on “Pinga Azeite

  • 8 de Maio de 2019 at 6:43
    Permalink

    Muito bom 👍
    Força

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